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Ciro nogueira é elogiado por sua atuação por jornalista em artigo opinativo

Um artigo de opinião assinado pelo jornalista Douglas Ferreira rasga elogios à atuação do senador Ciro Nogueira (Progressistas), especialmente após a ampla divulgação de que o parlamentar destinou quase R$ 500 milhões em benefícios aos piauienses somente no ano de 2025.

Intitulado “Três senadores no papel, um só na prática: por que Ciro Nogueira domina a cena política no Piauí”, o jornalista se baseia na ocupação de espaço do presidente nacional do Progressistas pelo seu trabalho, ao garantir inclusive diversas obras para todas as cidades, de norte a sul do Piauí.

“(Ciro) parece ocupar o espaço que os três deveriam dividir. Apenas um se destaca. Apenas um aparece. Apenas um é visto percorrendo o Piauí, de norte a sul, inaugurando obras, anunciando recursos e destinando emendas sem perguntar a cor da camisa partidária do prefeito. Um senador que envia recursos tanto para aliados quanto para adversários, inclusive gestores do PT”, escreveu o jornalista.

No texto, o jornalista aborda algumas polêmicas envolvendo adversários do senador e destaca os quase R$ 500 milhões em benefícios que Ciro Nogueira destinou, através de obras, recursos etc, aos piauienses somente no ano de 2025: “Somente em 2025, Ciro Nogueira destinou quase R$ 500 milhões em benefícios ao Piauí, alcançando municípios de todas as regiões do estado”.

Confira o texto na íntegra, publicado originalmente no site gazetahora1.com:

Três senadores no papel, um só na prática: por que Ciro Nogueira domina a cena política no Piauí

Por Douglas Ferreira

Quantos senadores tem o Piauí?

A pergunta pode soar ingênua, simplista ou até descabida, afinal, todos sabem que cada um dos 26 estados e o Distrito Federal contam com três senadores da República. Então por que insistir nela? A resposta é direta: porque, na prática, apenas um parece ocupar o espaço que os três deveriam dividir.

Apenas um se destaca. Apenas um aparece. Apenas um é visto percorrendo o Piauí, de norte a sul, inaugurando obras, anunciando recursos e destinando emendas sem perguntar a cor da camisa partidária do prefeito. Um senador que envia recursos tanto para aliados quanto para adversários, inclusive gestores do Partido dos Trabalhadores. Sim, é exatamente o nome que você pensou: Ciro Nogueira.

Basta abrir um jornal, acessar um portal, ligar o rádio ou a televisão. Quase sempre há uma notícia positiva sobre a atuação parlamentar do senador piauiense do Progressistas. Isso incomoda. E incomoda muito.

Convém lembrar o básico, que muitos fingem esquecer: senadores não representam o povo, mas os Estados, no Congresso Nacional. Quem representa o povo é a Câmara dos Deputados. O Senado, a chamada Câmara Alta do Legislativo, garante igualdade federativa, três senadores por Estado, independentemente do tamanho da população, além de atribuições exclusivas, como o julgamento do presidente da República em processos de impeachment. Nada disso, porém, afasta o senador da realidade concreta do seu Estado. Pelo contrário.

É nesse ponto que Ciro Nogueira se notabiliza. Tornou-se, gostem ou não, o senador mais municipalista do Piauí. E é exatamente aí que mora o incômodo. Não por acaso, o PT chegou a fechar questão para proibir prefeitos petistas de receberem emendas indicadas por Ciro. A decisão, no entanto, soou mais como um tiro no pé do que como estratégia política.

O partido não apenas já perdeu prefeitos como provocou revolta entre os que ainda permanecem filiados. Nos bastidores, o discurso dos gestores é pragmático e cru: não se governa apenas com ideologia. Fidelidade partidária não tapa buraco, não compra ambulância e não mantém hospital funcionando. Ainda mais quando o partido governa o Estado e o país, mas os recursos não chegam na ponta.

O resultado é visível. Prefeitos não escondem o apoio e o reconhecimento público ao trabalho do senador do Progressistas. E os números ajudam a explicar por quê.

Somente em 2025, Ciro Nogueira destinou quase R$ 500 milhões em benefícios ao Piauí, alcançando municípios de todas as regiões do estado. Os dados fazem parte do balanço divulgado pelo próprio senador nesta quarta-feira (14), em suas redes sociais.

Os recursos contemplam custeio da saúde, com R$ 270,1 milhões, aquisição de veículos e equipamentos para a área, somando R$ 10,2 milhões, além de R$ 211,7 milhões em obras de infraestrutura, sem contar outros quase R$ 100 milhões ainda a serem pagos.

O volume só não supera os valores obtidos nos anos em que Ciro atuou como ministro-chefe da Casa Civil, quando garantiu R$ 574,8 milhões em 2021 e R$ 518,3 milhões em 2022.

O próprio senador resume a lógica que guia sua atuação: o Piauí em primeiro lugar. E o reconhecimento vem não apenas de prefeitos e lideranças políticas, mas da população, que sente os efeitos concretos dos recursos chegando.

No fim das contas, a pergunta inicial volta à mesa com ainda mais força: se o Piauí tem três senadores, por que só um parecer cumprir, com visibilidade e resultados, o papel de representar o estado? É uma pergunta simples. A resposta, para muitos, está cada vez mais evidente.

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